Bruxaria histórica e natural: reconectar com nosso passado e essência
Se identificar com bruxices não quer dizer que eu faço feitiçaria por aí, e isso vai muito além do senso comum.
Sempre me fascinei pelo assunto e me tornei cada dia mais interessada em aprender profundamente sobre a bruxaria pagã, a religiosa, a natural, a histórica e seu survival lúdico por meio da cultura pop.
Logo, ser bruxa é ter curiosidade e aprender cada vez mais sobre aquilo que foi omitido por séculos. Buscar todos os dias o autoconhecimento, se reconectar com o nosso passado, com nossa essência e com nossa natureza.
É sobre abraçar o conhecimento que vem sendo apagado violentamente, sobre as intolerâncias sociais, a opressão, a luta das mulheres, a caça às bruxas e o feminismo.
É sobre se libertar de imposições impostas durante todas nossas vidas, para assim, sermos o melhor para nós mesmas e para tudo a nossa volta. O aprendizado e a desconstrução nunca acabam. Ser mulher e bruxa é um ato político.
Escrito por Ana Paula Aragão
Foto autoral
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